sábado, 14 de junho de 2008

FORMAÇÃO: DA TEÓRIA À PRÁTICA, O TRABALHO NÃO SÓ NA SALA DE AULA

É importante que o professor de Educação Infantil tenha uma atuação que seja promotora da aprendizagem e do desenvolvimento das crianças no sentido de lhes garantir o direito à infância. Para que isso ocorra, é necessário que o espaço proporcione às crianças situações onde elas possam manifestar suas emoções, priorizando relações afetivas entre criança/criança e criança/professor, numa lógica de respeito às diferenças.
O profissional de Educação Infantil deverá ter um domínio dos conhecimentos científicos básicos tanto quanto os conhecimentos necessários para o trabalho com a criança (conhecimentos de saúde, higiene, psicologia, antropologia e história, linguagem, brinquedo e das múltiplas formas de expressão humana, de desenvolvimento físico e das questões de atendimento em situações de necessidades especiais). Precisa ainda ter sob controle seu próprio desenvolvimento, bem como estar em constante processo de construção de seus próprios conhecimentos. Ter elaborado a questão de seus valores, cultura, classe social, história de vida, etnia, religião e sexo, compreendendo assim a maneira como a criança constrói significados sobre o que a cerca e sobre si mesma.
As relações que a criança vivencia no espaço da Educação Infantil nem sempre são harmônicas, ao contrário, são muitas vezes conflituosas, pois entra em contato com outras crianças, com diferentes culturas e comportamentos.
É importante que possamos estabelecer laços afetivos seguros e verdadeiros com as crianças, compreendendo-as até mesmo em suas reações de conflito. Nessa compreensão, não se trata de “deixar assim mesmo”, “esperar passar” ou sentir pena da criança, mas justamente confiar na sua capacidade de resolver o conflito, de superar esse problema no amparo seguro da relação afetiva com o professor.
O importante é fazer com que a criança retire dessa situação elementos significativos para sua aprendizagem, repare o erro, procure tomar cuidado e atenção da próxima vez para que não volte a repeti-lo. Assim, estamos conduzindo a criança a pensar sobre seus atos e modificar suas atitudes pela reflexão e pelo entendimento do que ela mesmo faz e provoca.
O professor é modelo, é uma referência estruturante para a criança. As crianças aprendem não apenas com o que é dito, mas sobretudo com o que vêem, com a coerência entre as ações e o discurso dos professores. Assim, quando apresentamos modelos pautados no diálogo, na cooperação, na solidariedade, esses serão repetidos e valorizados pela criança. Quando a criança aprende a resolver verbalmente seus conflitos, explicando o que aconteceu e entendendo os motivos e as conseqüências de seus atos, as situações conflituosas diminuem. Nesse caso, é fundamental que haja a valorização dessa conquista, reforçando-se a aprendizagem da criança.
Como professores, temos a possibilidade de criar espaços de aprendizagem nos quais os conflitos possam se manifestar de forma sadia e equilibrada e nos quais os conflitos não sejam mais necessários. Acreditar em nossa capacidade de superar essas situações, tomando-as como desafios constantes em nosso fazer cotidiano, é acreditar em nossa capacidade de transformar e de educar.



PROJETO DE LEITURA: "DESCOBERTA DE MUNDO"




INTRODUÇÃO

O livro pode ser visto, como um brinquedo nos primeiros momentos, mais não deixa de ser um objeto, porém deve ser distinguido desde a mais terna idade, normalmente com a ajuda do adulto, tende a transmitir palavras, sons, texturas, ilustrações, formas e informações, que com a ajuda dos adultos poderá despertar na criança a descoberta do mundo, facilitando assim o reconhecimento de tudo a sua volta.
Ler não deve ser uma obrigação e sim uma satisfação, que resultará num grande enriquecimento pessoal, além de despertar na criança a atenção, a fantasia, o encantamento, a imaginação e um contato com um mundo de possibilidades.
O contato com a leitura deve começar desde a tenra idade quando as crianças estão mais flexíveis, com a curiosidade aguçada e ávida por aprender e explorar tudo a sua volta, momento em que estão livres de conceitos e preconceitos.
É interessante que possamos ofertar esse instrumento as crianças, como forma de incentivo, pois a criança que crescem ouvindo histórias, irá aos poucos desenvolvendo seu potencial criativo, e tornando-se um leitor em potencial. Esse processo deve ocorrer de forma gradativa e o gosto pela leitura envolve um conjunto de ações e de pessoas que necessariamente vivam na prática o prazer da leitura. (Silva, 1986, p. 95).
Precisamos nos deter ao prazer, e não a obrigação, é importante que a criança não se sinta pressionada, a ler ou ouvir, para tanto é necessário que o leitor tenha os livros sempre ao seu alcance, que esse seja como todos os objetos a sua volta, que ele possa manipulá-lo como lhe convier, e que esse possa atraí-lo tanto quanto qualquer outro objeto atrativo, colorido, que muitas vezes precisa da intervenção do adulto para ser melhor explorado.

“ A formação do leitor passa por diversos procedimentos [ ... ] deve-se começar a ouvir histórias, depois de olhar as figuras dos livros, de início livros com poucos textos e muitas ilustrações, até chegar a um leitor versátil”. Silva ( 200, p. 76).

OBJETIVO GERAL:

Criar uma leitura viva, conectada com a realidade das crianças e do mundo infantil, transformando o ato de ler em uma relação estreita com o mundo, consigo mesma e com os outros modos da cultura escrita, pois a leitura faz parte de um processo contínuo de aprendizado. Sendo necessário inserir a criança desde cedo no contexto literário para que de maneira prazerosa ele venha a adquirir, intimidade com o texto, e consiga estabelecer um diálogo entre o que ouve ou com o que lê, assim as atividades com práticas de leitura vão sendo introduzidas diariamente na vida das crianças para que ele desenvolva gosto pela leitura, e mais tarde, faça uso de textos verbais com maior autonomia.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS

- Despertar o interesse e a atenção da criança desenvolvendo nela a percepção, a criatividade, a resolução de diferentes problemas, autonomia, criatividade, elementos importantíssimos para a formação pessoal e social de todo ser humano.

- Inserir a criança desde cedo no contexto literário para que de maneira prazerosa ele possa adquirir intimidade com o “texto” e consiga estabelecer um diálogo entre o que ouve ou com o que lê.

- Estimular e desenvolver de forma gradativa as atividades com práticas de leitura diariamente na vida das crianças para que ele desenvolva gosto pela leitura e mais tarde faça uso de textos verbais com maior autonomia.

- Medir a leitura no ambiente familiar, pois os familiares são os primeiros elos da criança com o mundo, encorajando-os a descobrir junto com a criança possibilidades de aprendizado, sensações, desenvolver-se e aprender coisas novas.

- Proporcionar a criança o primeiro contato com o percurso de desenvolvimento humano.

- Elaborar relações na infância como a ligação da criança com a família, e conceitos sobre o bem e o mal.

- Convencer a família da importância da leitura como prática cultural.

- Enriquecer o vocabulário, estimular a inteligência da criança, permitindo a associação entre o texto e o seu cotidiano.


- Oferecer condições para a aprendizagem de atitudes sociais e morais cultivando a sensibilidade e a imaginação, aprimorando o ato de memorizar e prestar atenção.

- Contribuir para melhorar a qualidade da educação através da inserção sistemática de processos de leitura prazerosa, dinâmica, contextualizada e crítica, com professores/as, pais e crianças buscando envolver a família e despertando nos educadores envolvidos no projeto e todos os outros o interesse pela leitura prazerosa e contextualizada, sensibilizando-os para gostar de ler, tornando-se educadores leitores na prática. Incentivar professores, e familiares para a pratica de leitura como instrumento de conhecer, de encantar-se e distrair-se, desenvolver a imaginação, a criatividade, a linguagem, o processo de comunicação e reflexão.

- Fazer relação texto e contexto, leitura e vida.

- Desenvolver a habilidade de ler como instrumento de construção da cidadania ajudando as crianças a refletirem sobre sua realidade e de suas famílias.


PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS


Partindo de inquietações levantadas pelo grupo docente e de suas relações com familiares e comunidade, e para que com fundamentos teóricos possam permear práticas pedagógicas emancipatórias, este projeto terá como referência norteadora, o autor Paulo Freire ( 1997, p. 11) que aborda:

“ (...) o ato de ler não se esgota da decodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo. A leitura do mundo precede a leitura da palavra (...) linguagem e realidade se prendem dinamicamente.”
Partindo então do pressuposto que o incentivo à leitura ainda consiste numa das maiores dificuldades para os professores e para as escolas, cabe salientar alguns fatores relevantes na tentativa de solucionar essas dificuldades, como coloca o autor:
“ A literatura é grande desfio ao educador da atualidade. A escola se organizou muito centradamente no aspecto cognitivo e se esqueceu, quase que completamente, da arte ( em suas diversas manifestações) do prazer, do lúdico, do agradável... da literatura. Fato lamentável numa época de poluição, de famílias desestruturadas, de massacre do homem em função da máquina e do processo”. ( Braga, 1995, p.36).





Mas esse não é o único entrave, existe o fator pessoal, representado pelo professor, pois sua postura frente ao livro é fundamental para a formação do hábito de ler na criança. O entusiasmo contagia, mas quem não sabe apreciar o livro pode desestimular a criança, mesmo de for inconsciente, ainda contamos com alguns fatores que implicam no sucesso ou fracasso de um projeto como esse;

- Ambiente Físico: o espaço da leitura deve ser agradável, acolhedor e informal, seja na sala de aula, seja na biblioteca, na sua casa o que importa é a criança sentir-se a vontade para ali permanecer para entregar-se à leitura com prazer e familiarizar-se com o livro.

- Livre acesso aos livros: os livros devem estar dispostos de forma a permitir à criança fácil manuseio. Às vezes a organização formal das prateleiras constitui barreira para a criança, que se sente inibido e receoso de tocar nas obras;

- Acervo da biblioteca: é importante a atualização da biblioteca, tendo em vista o atendimento dos interesses e a fase do desenvolvimento dos usuários.

Propondo então como promoção de leitura, objetivando despertar o interesse e a vontade de ler por parte das crianças e dos familiares, destacamos as seguintes práticas pedagógicas:

- Dramatizações com a participação das crianças;

- Atividades com ORIGAMI, arte japonesa que constitui na dobradura artística de papeis, criando personagens das histórias;

- Manipulação de argila e construção de maquetes, representando os cenários onde estas histórias acontecem fundamentadas na releitura das historias;

- Exploração de receitas culinárias, onde os familiares possam envolver os filhos e compartilhar com eles o resultado das receitas,

- Trabalho com jornais;

- Leitura de histórias em quadrinhos.

As histórias em quadrinhos têm um efeito surpreendente como mecanismo de incentivo à leitura. Tais histórias atraem as crianças pelas identificações que estes fazem com alguns personagens, semelhante ao mundo fático. A fantasia transforma a leitura em modalidade de ensino e de prazer, por esse motivo não vamos nos ater somente aos livros e revistas direcionadas ao público infantil e também gibis, para que os pais possam ter informação e as crianças possam desfrutar do prazer desse tipo de leitura.



Para verificar o acesso e uso de livros será realizada uma pesquisa de campo com as famílias, que preencherão formulários, no qual será levantado dado quantitativos e qualitativo.

Para implementar o projeto é necessária a organização do acervo bibliográfico da unidade como catalogar livros/revistas separando por faixa etária. A organização do empréstimo dos livros será realizada com a participação de todos os docentes da unidade que deverão viabilizar a entrega e a devolução através de registros individuais (cada criança receberá uma pasta identificada com um livro e formulário a ser respondido pelos familiares) que servirá como feed back. O empréstimo dos livros será realizado na sexta-feira e sua devolução na segunda-feira, podendo ser prorrogado conforme a solicitação.

A analise dos dados serão contratado com a pesquisa bibliográfica assim, o professor não ficará restrito ao espaço fechado da sala de aula, mas sim deverá encarar o trabalho de leitura com serenidade, munindo-se de embasamento teórico sobre a ciência da leitura, o que lhe dará respaldo no direcionamento de sua prática, pois segundo BRAGA (1985): “Só ensinamos bem o que conhecemos e acreditamos.”

O princípio do empréstimo dos livros deverá ser pautado nos seguintes aspectos relevantes:
-O professor deverá ser capaz de escolher livros de acordo com os interesses do leitor, disponibilizar vários tipos de leitura, conhecer o interesse e o nível de desenvolvimento e contexto social da criança com a qual trabalha; citando BRAGA (1985) “A falta de adequação entre a obra e o interesse do aluno, poderá acabar com a motivação do pequeno leitor”.
O professor poderá utilizar vários recursos metodológicos para despertar o prazer de ler em suas crianças.

No atual contexto social faz-se mister que os professores estejam comprometidos com a literatura, que também tenham ou adotem o salutar hábito da leitura, pois, no dizer de Fombeure: “ É lendo que nos tornamos leitores”. Então, que leiam por prazer e acompanhem o desenvolvimento dos seus alunos, incentivem o pensamento reflexivo e crítico, capacitando-os a reconhecer os valores subjacentes nas relações sociais, políticas e econômicas da sociedade, descritas, muito provavelmente, nas estrelinhas da maioria dos bons livros.
Necessário também é a existência de consenso entre professores e crianças no sentido de que a literatura é objeto de lazer e compreensão do mundo que, respeitados os interesses crenças do leitor, propicia prazer, emociona, alegram, engaja o ser por inteiro na leitura e se transforma em atividade lúdicas e cognitivas.
Portanto, não é de se pensar em literatura como instrumento de transmissão de normas lingüísticas ou comportamentais. Ela poderá oferecer um vasto horizonte à criatividade e fantasia, levar o leitor ao âmago de suas emoções, mas não deverá ser usada como simples recurso para a aprendizagem de conteúdos educativos.
Tornar o livro um objeto “amigo” da criança, oportunizando o contato com o belo, com o imaginário e com a arte da palavra, são condições que reforçarão o estabelecimento do hábito de ler por prazer e entretenimento. Alcançados tais objetivos, os demais propósitos referentes à relevância da leitura, virão como conseqüência.

Para que possamos atrair o interesse dos leitores e docentes, será criado um jornal com distribuição mensal, com assuntos diversificados: receita culinária, aniversariantes, noticias, piadas, indicações de vídeos, teatros e exposições... Propiciando mais um momento de interação entre o CEI e a Família.

Recursos: Todo o acervo de livros infantis, revistas, Cds, v´´ideos e o jornal mensal que será elaborado pelo grupo, com a colaboração de todos os funcionários da unidade, que contribuirão, nos trazendo artigos interessantes, receitas, piadas e gibis.

AVALIAÇÃO:


1 – Antes de começarmos a elaboração do projeto, fizemos uma pesquisa bibliográfica, contrastando a pertinência, a viabilidade e eficácia potencial do mesmo para que então pudéssemos determinar sua pertinência. Analisamos os aspectos e a coerência entre as soluções propostas e a realidade que se pretende modificar; a relação entre recursos e objetivos, objetivos gerais, específicos e metas e entre o diagnóstico e as proposições.

2 – Na segunda etapa da avaliação realizada durante a execução nos trazendo informações sobre o andamento do projeto para ponderação de resultados, com o objetivo de estabelecer até que ponto a proposta inicial está sendo cumprida.Não se trata do controle operacional do projeto, pois a avaliação permite fazer um juízo sobre os pressupostos do projeto e decidir por sua manutenção ou não. Permite, ainda que se decida se os objetivos e procedimentos operativos devem ser reformulados ou mantidos.

3 – A avaliação final será realizada após a conclusão do projeto, no sentido de determinar seu impacto sobre a situação inicial, assim como sua execução e funcionamento, nos dando base para aplicação em outros projetos.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


BELLENGER, Lionel. Os métodos de leitura. Rio de Janeiro: Zahar, 1979.

SILVA, Ezequiel Theodoro da. Leitura e realidade brasileira. 2. ed. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1985.

FREIRE, Paulo. A Importância do Ato de Ler, em três artigos que se completam. São Paulo. Editora Cortez. 1988.
OLIVEIRA, Zilma de Moraes Ramos de. Educação Infantil: muitos olhares. SP: Cortez, 1994.
PERRONI, M. C. Desenvolvimento do discurso narrativo. São Paulo: Martins

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1998.

Documentos do Rede em Rede: Tempos e Espaços para a Infância e suas Linguagens nos CEIs, Creches e EMEIs.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Defendendo o princípio que toda criança têm direito de apropriar-se de sua cultura em especial, a linguagem verbal, que se expressa em dois domínios, que se relacionam: O oral e o escrito, ambos regidos por normas próprias, construídas nas diferentes práticas sociais de comunicação entre os homens, na expressão de sua idéias e imaginação, a leitura é a Descoberta do Mundo, nos remete a necessidades básicas de leitura de mundo e de palavras, sendo para nós um desafio demonstrar caminhos e possibilidades de ampliação de leitura que vai além dos muros da escola.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Criar uma leitura viva, conectada com a realidade das crianças e do mundo infantil, transformando o ato de ler em uma relação estreita com o mundo, consigo mesma e com os outros modos da cultura escrita, pois a leitura faz parte de um processo contínuo de aprendizado. Sendo necessário inserir a criança desde cedo no contexto literário para que de maneira prazerosa ele venha a adquirir, intimidade com o texto, e consiga estabelecer um diálogo entre o que ouve ou com o que lê, assim as atividades com práticas de leitura vão sendo introduzidas diariamente na vida das crianças para que ele desenvolva gosto pela leitura, e mais tarde, faça uso de textos verbais com maior autonomia.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

A instituição de Educação Infantil deve ser acessível a todas às crianças que a freqüentam com elementos da cultura que enriqueçam seu desenvolvimento e sua inserção social, buscando formas de intervenção, compreensão, ação e uma política educacional que considera homens e mulheres, adultos e crianças sujeitos de cultura.

domingo, 20 de abril de 2008

A criança elabora seu próprio conhecimento e vai transformando-o em sua relação com o meio, objetos e pessoas, através das vivências e estímulos de forma ativa e contínua. Assim vão se desenvolvendo suas estruturas de inteligência, através da percepção, da construção de hipóteses e das descobertas. Portanto, quanto maiores forem os estímulos, as interações sociais, as trocas e os confortos, maiores chances de que o desenvolvimento infantil aconteça de forma significativa, progressiva e rumo à autonomia, segurança, elevação da auto-estima e cooperação.

sábado, 19 de abril de 2008

O Currículo na Educação Infantil


Meu objetivo é difundir entre diversos olhares o trabalho pedagógico realizado na Educação Infantil. Com um currículo específico pôde-se inserir desde cedo à criança no contexto didático, oferecendo diversos caminhos para construção da autonomia, criatividade e percepção, que são elementos importantíssimos para formação pessoal e social de todo ser humano.
O Currículo na Educação Infantil favorece a aprendizagem da criança de zero a seis anos, despertando o interesse e a atenção ao trabalho da primeira infância. Nossa prática deve proporcionar à criança ser construtora do seu próprio saber, através de experiências lúdicas e significativas para o seu desenvolvimento global, pois o conhecimento se constrói de forma ativa, desenvolvendo suas estruturas de inteligência e reconstruindo suas aquisições continuamente.

Filme: Escola da Vida (Eu recomendo), é uma lição de vida!!!

  • Sinopse: Há um novo professor na cidade e ele está fazendo um verdadeiro furacão na Fallbrook Middle School. Ele é atraente. Ele é legal. Ele é informal. Os alunos amam o sr. D (Ryan Reynolds). Os professores o admiram... exceto Matt Warner (David Paymer), o ansioso professor de biologia que sonha em ganhar o prêmio de Professor do Ano.

Você considera a Educação Infantil necessária para a formação da criança?

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